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segunda-feira, 15 de junho de 2015

Carlos Gil, na galeria dos heróis nacionais....

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Mão amiga fez-nos chegar o comentário e a foto em baixo, a propósito de um jovem comendador da Ordem do Infante, condecorado no passado 10 de Junho....
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Aqui ao ti Zé só lhe ocorreu perguntar: mas porque não também uma Comenda para o Jardineiro?  para o Motorista? para o Cozinheiro? e outros demais dedicados servidores da Ilustre Casa de Belém (e parece que tem muitos!....).

Enfim, a Tugalândia no seu melhor!...

"Julgava eu que a comenda de Grande-Oficial da Ordem do Infante D. Henrique, era atribuída a quem tivesse prestado serviços relevantes a Portugal, no País e no estrangeiro, assim como serviços na expansão da cultura portuguesa ou para conhecimento de Portugal, da sua História e dos seus valores. Este senhor, contra o qual nada tenho, é o costureiro da D. Maria Cavaco Silva... e Grande-Oficial da Ordem do Infante D. Henrique". 

 Carlos Gil, Grande-Oficial, junto ao símbolo pátrio 

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Cavaco, Espírito Santo & Cª. ....

Mas, havia dúvidas?? - Segue e soma esta promiscuidade chocante entre a pulhítica e os amigos empresários, banqueiros e quejandos... Além do amigo Oliveira e Costa (o tal do trespasse de acções em que o actual sr. presidente da república, ou a filhinha por ele, ganharam de uma assentada uma pipa de massa), eis que sabemos agora (e que grande novidade...) que o amigo Espírito Santo (sem ser o de orelha) & Cª. investiram largo na campanha do homem... Eis assim que o indivíduo que tanto se avespinhou na campanha (e no discurso da noite da victória) contra os que o acusavam de pouca higiene de mãos, nos aparece rodeado de amigos pouco recomendáveis a contribuírem para a sua entronização.
O que nos vale é que o poder judicial (e a correspondente investigação) ainda não está completamente dominada por estes pulhíticos de pacotilha, pois de outro modo os seus amiguinhos nunca seriam incomodados (quem paga, é obviamente imune!). - Enfim, para quando uma verdadeira operação "Mãos Limpas"!???

Aqui vos fica: http://www.noticiasaominuto.com/politica/265218/familia-espirito-santo-fez-o-maior-donativo-a-campanha-de-cavaco?utm_source=gekko&utm_medium=email&utm_campaign=daily

2006 Família Espírito Santo fez o maior donativo à campanha de Cavaco

A família Espírito Santo foi a principal financiadora da campanha de Cavaco Silva à Presidência da República em 2006, tendo doado 152 mil euros. Só Ricardo Salgado contribuiu com 22.482 euros, o máximo que a lei permitia, indica o Diário de Notícias.

Cavaco Silva e a família Espírito Santo mantinham uma relação próxima já se sabia. Pelo menos, desde que o Expresso deu conta de um jantar do Presidente da República na casa de Ricardo Salgado, em 2004. Mas só recentemente foram conhecidas as contas relativas às campanhas presidenciais de 2006, reforçando o vínculo entre o ainda chefe de Estado e o então responsável pelo BES.
O Diário de Notícias teve acesso aos documentos do Tribunal Constitucional que provam que a família Espírito Santo foi a principal financiadora de Cavaco Silva à Presidência da República, em 2006, tendo doado para esse efeito mais de 152 mil euros.
Os donativos foram feitos não só por Ricardo Salgado, que deu a verba máxima permitida por lei (22.482 euros), como por outros quatro administradores do universo BES, entre eles António Ricciardi, José Manuel, Manuel Fernando Espírito Santo e José Maria Ricciardi.

A estes devem ainda somar-se os donativos máximos dados a título individual por Rui Duarte Silveira, Manuel Ferreira Neto e Mário Mosqueira, entretanto falecido.

in "Noticias ao Minuto"

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Cavaquice escondida com o rabo de fora...

Esta "cavaquice" já é velha, e há muito que corre pela Aldeia... Mas fizeram-nos chegar agora o papel... - Aqui o afixamos no pelourinho da praça, para que não haja dúvidas sobre a honorabilidade da distinta personagem:

(clicar sobre o documento para Ampliar)

quarta-feira, 19 de março de 2014

Lembram-se do Ulrich, lembram-se? - Esta corre por aí, já em versos de cego...

Corre por aí já há algum tempo, mas só agora nos chegou, e não resistimos a afixar aqui na praça da Aldeia...
Só faltou dizer que... "Despacho" [presidencial, neste caso], rima com "tacho"...



Para: Todos os espoliados pelos políticos deste pobre país
 
O banqueiro, a sua Isabel e o senhor Presidente
 
Sabem quem é uma das «consultoras» do senhor Presidente da República? Não sabem? Então comecem pelas quadras. Se não acreditarem, vejam, mais abaixo, o Despacho do Sr.Aníbal.
 
Era uma vez um banqueiro
À D. Isabel ligado.
Vive do nosso dinheiro,
Mas nunca está saciado.
 
Vai daí, foi a Belém
E pediu ao presidente
Que à sua Isabel, também,
Desse um job consistente.
 
E o bom do Dom Cavaco
Admitiu a senhora,
Arranjando-lhe um buraco
E o cargo de consultora.
 
O banqueiro é o Fernando,
Conhecido por Ulrich,
E que diz, de vez em quando,
«Quero que o povo se lixe!».
 
E o povo aguenta a fome?
«Ai aguenta, aguenta!».
E o que o povo não come
Enriquece-lhe a ementa.
 
E ela, D. Isabel,
Com Cavaco por amigo.
Não sabe da vida o fel
Nem o que é ser sem-abrigo.
 
Cunhas, tachos, amanhanços,
Regabofe à descarada.
É fartar, que nós, os tansos,
Somos malta bem mandada.
 
Mas cuidado, andam no ar
Murmúrios,   de madrugada.
E quando o povo acordar
Um banqueiro não é nada.
 
É só um monte de sebo,
Bolorento gabiru.
Fora do banco é um gebo,
Um rei que passeia nu.
 
Cavaco, Fernando Ulrich,
Bancos, Troikas, Capital.
Mas que aliança tão fixe
A destruir Portugal!   
 
 Despacho nº.5776/2011
 
Nos termos artigos 3º. nº2 e 16º. nºs 1 e 2 do Decreto-Lei nº. 28-A/96, de 4 de Abril, nomeio consultora da Casa Civil Isabel Diana Bettencourt Melo de Castro Ulrich, funcionária do Partido Social Democrata, com efeito a partir desta data e em regime de requisição, fixando-lhe os abonos previstos nos nºs. 1 e 2 do artigo 20º. do referido diploma em 50% dos abonos de idêntica natureza estabelecidos para os adjuntos.
 
  9 de Março de 2011.-O Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva
 
 
DITOSA  PÁTRIA... QUE TAIS FILHOS TEM!
Claro, com o "AGUENTA... AGUENTA...", este "SEM-ABRIGO"
vê-se obrigado a recorrer ao "Padrinho" para "abrigar" a esposa!
 

sábado, 20 de julho de 2013

Talvez a venda das Selvagens....

Nestes dias soturnos e de fim dos tempos da Tugalândia, dei comigo a pensar o que teria levado o sr. presidente da república a deslocar-se a umas remotas ilhas lá no meio do Atlântico, enquanto esperava o resultado das reuniões dos partidos do tal "arco da governação" que deram no que deram.
Entretanto, lembrei-me que já nos velhos tempos do século XIX, quando Portugal andava na linha dos afogados e da bancarrota, lá vinha a possibilidade da venda das colónias aos estados-tubarões credores, que nesse tempo se resumiam sobretudo à poderosa Grã Bretanha - a cínica e bêbada Inglaterra, do nosso saudoso Guerra Junqueiro.
Passaram-se os tempos, acabaram as "colónias". O que resta ainda, dessa velha "solução"? - umas ilhazecas algures no Atlântico. Bem, livrar-mo-nos da Madeira era cá um alívio!!! E entregar os Açores aos americanos talvez ainda rendesse umas coroas - o problema é que eles parece que têm por lá já cidades a falirem (tipo Detroit), por isso, seria uma "venda" a caloteiros... Não sei se seria bom negócio.
Mas que tal experimentar - após uma visita de charme - vender as Selvagens a algum sultão árabe, ansioso por ter umas ilhotas desertas onde celebrarem o Ramadão e construir uns palácios. E se, com bocado de jeito, lá se descobrisse petróleo (é só convencê-los disso), melhor ainda! - bem diz o sr. presidente da república que o nosso futuro está no mar... Depois de se vender e privatizar tudo, porque não também as ilhas, o mar, a terra, o ar??
O mote está dado... é só abrir o leilão.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

O Palhaço rico... que diz que está a ficar pobre...

Diz-se por'i que... Enfim, a ser assim, sem comentários... e tudo isto num país em "Crije" (só para alguns).... É que:

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

O 8 e o 80 - um artigo profético de 1993, quando a procissão ainda não tinha saído do adro...

   No final do ano de 1992, quando já se ouvia falar, pela primeira vez, em "excedentários" da Função Pública, e já estava em marcha acelerada o processo de privatizações, ainda em pleno "cavaquismo", escrevemos um artigo publicado que viria a ser publicado num quinzenário de Bragança, "A Voz do Nordeste", faz agora 20 anos! 
   Nesse artigo, intitulado "O 8  e o 80 ou a morte do Estado?" denunciávamos já o desvario que tem agora o seu auge, 20 anos passados. Aí dizíamos que, depois dos excessos do PREC, em que se pretendia nacionalizar toda a economia, se estava a entrar noutro excesso: o de privatizar toda a economia. E verberávamos esta tendência do Homem de ziguezaguear sempre entre extremos e a sua incapacidade de procurar o justo equilíbrio no princípio do meio-termo, a justa medida dos Gregos antigos (coitados, mal sabiam o que os esperava dois mil e quinhentos anos depois, e nós com eles), ou, como diz o nosso povo: nem tanto ao mar, nem tanto à terra...
   Aí se denunciava também que por detrás da tentativa de defenestrar os funcionários públicos e destruir toda o sector público, estava o virús ávido do Capitalismo, para sugar melhor todo o cidadão que, estupidamente, até batia palmas, no seu ódio ao funcionário público (os que o não eram/são), tidos como uns privilegiados por terem ordenado certo e não fazerem nenhum (era e é o chliché).
   Já nessa altura o sr. Prof. Aníbal, o pai dest'outro Monstro, tinha proclamado que "menos Estado era melhor Estado" - a teoria da omlete sem ovos. É claro que, se há função pública a mais, há que proceder a ajustamentos, mas não é isso que eles querem. Os seguidores das doutrinas neo-liberais, que aqui, através do Prof. Aníbal chegaram em 2ª mão por interposta pessoa da Srª Tatcher, por sua vez seguidora do teórico Von Hayeck (que com Milton Friedman era um dos gurus da chamada "Escola de Chicago"), achavam (e acham) que o Estado mínimo permite que o cidadão pague menos impostos (pois, se não tem de pagar certos serviços públicos), para compensar o pagamento da mais-valia (o lucro) da prestação dos serviços por privados que, também teoricamente, trabalham mais e mais eficientemente, do que os amodorrados funcionários públicos. Ora, o que nos diz a prática? Com tudo o que já foi privatizado, será que os impostos baixaram? - todos sabem que não, antes pelo contrário! E a qualidade dos serviços melhorou? - na maior parte dos casos não se nota diferença, antes bem pelo contrário. E, como se denuncia no documentário aqui já postado (neste blogue) sob título "Catastroika", a privatização, por exemplo, da Energia/Electricidade, na Grécia (como cá) só serviu para vender (no nosso caso aos chineses) o que os cidadãos (através das empresas públicas, como no nosso caso, a EDP, ou, noutros tempos a Hidroeléctrica do Douro e etc.) já tinham pago!! Alguém viu a factura da electricidade baixar? - pelo contrário, preparam-se para mais aumentos, já que o novo patrão chinês não está cá para ajudar ninguém, está é para sugar, e também é preciso pagar aos novos Cristóvãos de Moura e Miguéis de Vasconcelos, que agora se chamam Mexias e quejandos....

Enfim, fica o aviso (para não lhe chamar PROFECIA), através de uma velha lei da física (enunciada pelo grande Isaac Newton): a toda a acção pode corresponder uma reacção igual e em sentido contrário. Do mesmo modo que ao desvario do PREC da 2ª metade dos anos 70 correspondeu uma certa "reacção", pode ser que agora, a este novo PREC ao contrário, corresponda uma nova reacção - ou, diferindo a matriz, se terá que chamar de REVOLUÇÃO....

Aqui ficam os recortes de "A Voz do Nordeste", secção "Diz tu, direi eu", 19.01.1993:

 
[Clicar sobre os recortes para AMPLIAR]

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Ainda sobre o Cavaco caseiro...

Sobre a complexa teia que tem este aranhão no centro, ver Aqui:

CAVACO E BPN - A ESCANDALOSA VERDADE


https://www.facebook.com/photo.php?v=424214484332534

(para VISUALIZAR >>> entre com o seu endereço de FACEBOOK)

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Catastroika e o Cavaco caseiro...

Este escrito já saíu há uns tempos, mas mão amiga só agora é que no-lo fez chigar (já qu'aqui n'aldeia não temos dinheiro para comprar rebistas e jornais todos, nem tempo para andar nas intrenetes à cata destas coijas - ele há que dar de comer à cria, e amanhar as terras).

Este é sobre um tal de Cavaco (sem ser dos que botamos aqui ao lume), e foi escrito por um rapaz guitcho, um tal de Ricardo dos Gatos (Fedorentos) e veio na rebista "Bijão", do mês de Nobembro passado.

Aqui bai, só pra vocemecês berem como tinha razão o zarolho do Camões, quando dijia que se "mudam os tempos, logo se mudam as bontades":

«O FANTASMA DO CAVACO PASSADO

«Não sei se o leitor se lembra de um político que foi, em tempos, bastante proeminente em Portugal. Chamava-se, salvo erro, Aníbal Cavaco Silva. Parece-me que era isto. Durante algum tempo, esteve muito presente na vida portuguesa. Depois, foi tendo cada vez menos intervenção, e limitava-se a emitir algumas mensagens curtas através daquele sítio da Internet que foi inventado por um adolescente americano com o objectivo de falar com os seus colegas e amigos acerca das suas colegas e amigas. Mas, nos últimos tempos, o político de que lhe tenho estado a falar desapareceu. Uma vez que ninguém parece interessado em avisar as autoridades, permitam-me que lance eu aqui o alerta do costume:

Desapareceu de seu palácio Aníbal Cavaco Silva. Quando foi visto pela última vez, vestia fato escuro e gravata azul. É de estatura média e em princípio não dispõe de meios financeiros para se deslocar ou garantir o seu sustento, uma vez que, segundo se sabe, a reforma não lhe chega para as despesas. Se alguém possuir informações que nos possam levar ao seu paradeiro, por favor contacte a Polícia de Segurança Pública.

Está feito. Resta-nos aguardar. Enquanto esperamos, recordemos algumas das suas opiniões mais interessantes, emitidas no tempo em que ele verbalizava pensamentos. A jornalista Ana Sá Lopes topou esta semana, por acidente, com um livro de Cavaco Silva. E, por abnegado sentido profissional, leu-o. Beneficiamos todos do seu sacrifício, porque a jornalista citou um texto de 2001 em que o autor se insurge contra o então primeiro-ministro António Guterres, que pretendia cortar na despesa pública para fazer face à diminuição do crescimento económico. Escreve Cavaco Silva: "O que terão pensado os meus alunos da Universidade ao ouvirem o primeiro-ministro e o ministro das Finanças afirmarem perante as câmaras de televisão precisamente o contrário do que lhes ensinei e que leram nos livros de macroeconomia e de finanças públicas? Porque estamos em época de exames, entendi que era meu dever não ficar calado. O argumento é falso." E acrescenta, para ilustração dos seus alunos: "Quando o crescimento económico de um país abranda, a política correcta é precisamente deixar que a receita fiscal baixe automaticamente e não cortar na despesa pública. (...) Se quando um país é atingido por uma crise económica se cortasse a despesa pública, a crise ainda se agravava mais. É por isso que não se deve fazê-lo."

Em 2001, o professor Cavaco Silva tinha o dever de não ficar calado, para que os seus alunos não fossem induzidos em erro. Em 2012, tem estado bastante silencioso perante o mesmo problema. A pedagogia sobrepõe-se à democracia, o que é surpreendente e desagradável - mas, felizmente, tem fácil solução. Se todos os portugueses se matricularem num curso de economia, talvez o Presidente da República intervenha, para que o Governo não nos imponha uma solução que qualquer economista considera desastrosa. Se, em vez de cidadãos, formos alunos, talvez tenhamos direito a uma palavrinha.

Confesso que nunca votei em Cavaco Silva. Normalmente, o que me afasta de Cavaco são divergências ideológicas. Desta vez, o que me impede de votar nele são as leis da física: não me é possível votar, em 2012, no Cavaco de 2001. Mas talvez este nos desse jeito, agora.»

E podem confirmar aqui: http://visao.sapo.pt/o-fantasma-do-cavaco-passado=f696450#ixzz2I4L7wHot

Ah, o que está pintalgado de amarelo, foi da labra do meu amigo que me mandou o escrito.

C'um abraço do vosso,
ti Zé d'Aldeia