Corre por aí... Mas como não podíamos estar mais de acordo, aqui vos fica:
segunda-feira, 14 de abril de 2014
segunda-feira, 7 de abril de 2014
Um Português de outros tempos...
Houve um tempo em que ainda houve Portugueses dignos desse nome, em vez dos tugas que hoje prevalecem. E ainda houve quem levasse o sentido de "res publica" a sério, acreditando que a República era isso. Hoje tudo apodreceu, e, monarquia ou república, tanto nos faz, quando se decretou o "fartar vilanagem", o safe-se quem puder dos poderosos, apresentando a factura à plebe que não pode escapar...
Descontando o facto de ser descendente de flamengos, ou, se calhar por isso, saíu diferente da chico-espertice tuga... mão amiga enviou-nos este retrato e estes dizeres, para que o afixemos na sala nobre da Junta cá da Aldeia:
Destes, nasceu uma vez UM!
Era oriundo de famílias aristocráticas e descendente de flamengos.
O pai deixou de lhe pagar os estudos e deserdou-o.
Trabalhou, dando lições de inglês para poder continuar o curso. Formou-se em Direito. Foi advogado, professor, escritor, político e deputado. Foi também vereador da Câmara Municipal de Lisboa. Foi reitor da Universidade de Coimbra. Foi Procurador-Geral da República. Passou cinquenta anos da sua vida a defender uma sociedade mais justa. Com 71 anos foi eleito Presidente da República. Disse na tomada de posse: "Estou aqui para servir o país. Seria incapaz de alguma vez me servir dele..." Recusou viver no Palácio de Belém, tendo escolhido uma modesta casa anexa a este. Pagou a renda da residência oficial e todo mobiliário do seu bolso. Recusou ajudas de custo, prescindiu do dinheiro para transportes, não quis secretário, nem protocolo e nem sequer Conselho de Estado. Foi aconselhado a comprar um automóvel para as deslocações, mas fez questão de o pagar também do seu bolso. Este SENHOR era Manuel de Arriaga e foi o primeiro Presidente da República Portuguesa.
Pena ter-se extinguido a espécie!...
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quinta-feira, 3 de abril de 2014
Grande Adriano!
Numa intervenção certeira e de grande clarividência, como de costume, o grande transmontano Adriano Moreira afirma que a Tugalândia está governada por um "neoliberalismo repressivo", com a desculpa da "crije". Não podemos estar mais de acordo, tal como o temos dito aqui pela Aldeia. O que nos leva a suspeitar que toda esta "crije", mesmo global, foi forjada para se poder aplicar uma agenda neoliberal cozinhada pela famigerada "Escola de Chicago" (aliás, "para chi cago!") e adoptada pela pandilha do Tea Party do republicanismo americanóide. Que do lado das américas nunca vem nada de bom, já nós sabemos - que se pode esperar de uma coisa que nasceu do massacre e espoliação de índios e manutenção do esclavagismo negro até bastante tarde? - Agora que pelas Europas haja gente que siga cegamente essas cartilhas fabricadas e engolidas por estúpidos e gordos comedores de hamburgers, é mais grave.
Ainda sobre o que diz Adriano, é de salientar que nem o "ominoso fascismo" foi tão longe nesta política de "Robin dos Bosques ao contrário", ou seja, de roubar aos pobres para dar aos ricos, com a desculpa da famigerada "Crije"... O que nos leva a questionar, que sentido faz, hoje, comemorar o 25/04....
Aqui fica:
«Adriano Moreira: Portugal está governado por "neoliberalismo repressivo"
Volvidas quatro décadas de democracia, Portugal está governado por um "neoliberalismo repressivo", focado no "ataque ao Estado social" e que justifica tudo com "resposta simples" de que "não há dinheiro", critica o professor Adriano Moreira.
"Não ter
dinheiro não significa não ter princípios e, portanto, é necessário que a falta
de dinheiro não seja acompanhada por lançar os princípios pela janela",
contrapôs o ex-ministro, ex-deputado e ex-líder do CDS-PP em entrevista à
agência Lusa.
Portugal está hoje numa situação que "talvez não tenha precedente na
vida europeia", assinalou, contrapondo que, para "animar a população
portuguesa no sentido de recuperar um futuro com dignidade", é preciso
dar-lhe "esperança".
Mas, em vez disso, a vida corre "cheia de dificuldades". A democracia produziu "efetivamente um grande desenvolvimento" e "o modo de vida aproximou-se da Europa", mas a "espécie de engenharia imaginosa financeira" que se lhe seguiu resultou numa "evolução muito má (...) até chegar a esta crise global", analisa o professor.
Neste contexto, Portugal "acentuou a sua condição de país exógeno (...), evolucionou para país exíguo e finalmente caiu na situação atual, de protetorado sem definição jurídica", descreveu Adriano Moreira, que recentemente assinou o "manifesto dos 70", que defende a reestruturação da dívida nacional.
Recordando que Portugal "sempre dependeu de apoio externo", o professor admitiu, porém, que essa dependência instalou "vícios" no país. Caído o Muro de Berlim e com ele a divisão entre o modelo ocidental e o comunista, restou o "neorriquismo e a tónica passou a ser gastar mais do que as disponibilidades", resumiu.
"É muito difícil dizer quem é o mais responsável. Eu acho que somos todos responsáveis", frisou, insistindo na importância de definir "um conceito estratégico nacional", o que implica um "consenso" alargado e que todas as diferenças se subordinem "a um conjunto de objetivos e valores que unem a comunidade", em vez de contribuir para "os desafetos, por exemplo, pondo os velhos contra os novos, pondo os reformados contra os ativos".
Para o académico, esse conceito deve privilegiar a relação de Portugal com o mar e defender "uma situação de igualdade na comunidade das nações" e de "dignidade nas relações entre os países".
A aposta na educação e nas instituições é outra das propostas de Adriano Moreira. "A investigação e o ensino são matéria de soberania, não são matéria de mercado", sustenta.
"Quando vejo a situação em que se encontram hoje as universidades portuguesas, acho que o conceito estratégico nacional está abalado", lamentou o presidente da Academia das Ciências de Lisboa.
Ainda sobre o que diz Adriano, é de salientar que nem o "ominoso fascismo" foi tão longe nesta política de "Robin dos Bosques ao contrário", ou seja, de roubar aos pobres para dar aos ricos, com a desculpa da famigerada "Crije"... O que nos leva a questionar, que sentido faz, hoje, comemorar o 25/04....
Aqui fica:
«Adriano Moreira: Portugal está governado por "neoliberalismo repressivo"
Volvidas quatro décadas de democracia, Portugal está governado por um "neoliberalismo repressivo", focado no "ataque ao Estado social" e que justifica tudo com "resposta simples" de que "não há dinheiro", critica o professor Adriano Moreira.
"Não ter
dinheiro não significa não ter princípios e, portanto, é necessário que a falta
de dinheiro não seja acompanhada por lançar os princípios pela janela",
contrapôs o ex-ministro, ex-deputado e ex-líder do CDS-PP em entrevista à
agência Lusa.Mas, em vez disso, a vida corre "cheia de dificuldades". A democracia produziu "efetivamente um grande desenvolvimento" e "o modo de vida aproximou-se da Europa", mas a "espécie de engenharia imaginosa financeira" que se lhe seguiu resultou numa "evolução muito má (...) até chegar a esta crise global", analisa o professor.
Neste contexto, Portugal "acentuou a sua condição de país exógeno (...), evolucionou para país exíguo e finalmente caiu na situação atual, de protetorado sem definição jurídica", descreveu Adriano Moreira, que recentemente assinou o "manifesto dos 70", que defende a reestruturação da dívida nacional.
Recordando que Portugal "sempre dependeu de apoio externo", o professor admitiu, porém, que essa dependência instalou "vícios" no país. Caído o Muro de Berlim e com ele a divisão entre o modelo ocidental e o comunista, restou o "neorriquismo e a tónica passou a ser gastar mais do que as disponibilidades", resumiu.
"É muito difícil dizer quem é o mais responsável. Eu acho que somos todos responsáveis", frisou, insistindo na importância de definir "um conceito estratégico nacional", o que implica um "consenso" alargado e que todas as diferenças se subordinem "a um conjunto de objetivos e valores que unem a comunidade", em vez de contribuir para "os desafetos, por exemplo, pondo os velhos contra os novos, pondo os reformados contra os ativos".
Para o académico, esse conceito deve privilegiar a relação de Portugal com o mar e defender "uma situação de igualdade na comunidade das nações" e de "dignidade nas relações entre os países".
A aposta na educação e nas instituições é outra das propostas de Adriano Moreira. "A investigação e o ensino são matéria de soberania, não são matéria de mercado", sustenta.
"Quando vejo a situação em que se encontram hoje as universidades portuguesas, acho que o conceito estratégico nacional está abalado", lamentou o presidente da Academia das Ciências de Lisboa.
"A
democracia não é constituída só por indivíduos, também é por
instituições", pois são estas "que asseguram a continuidade dos
valores, dos projetos e da ação", frisou o professor de 91 anos, que olha
à volta e vê um cenário "de grande inquietação", o que justifica o
título que deu ao seu último livro, "Memórias do Outono Ocidental",
"porque as folhas estão a cair».
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quarta-feira, 2 de abril de 2014
Cavaquice escondida com o rabo de fora...
Esta "cavaquice" já é velha, e há muito que corre pela Aldeia... Mas fizeram-nos chegar agora o papel... - Aqui o afixamos no pelourinho da praça, para que não haja dúvidas sobre a honorabilidade da distinta personagem:
(clicar sobre o documento para Ampliar)
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segunda-feira, 24 de março de 2014
Mais do mesmo... para os mesmos! - Enquanto continua a engorda... dos suínos!
Nem vale a pena comentar... Aqui fica:
«Banco do Fomento - Novos cortes à vista mas não para gestores de novo banco público
(...)»
Se quiserem, vejam a notícia completa, aqui:
«Banco do Fomento - Novos cortes à vista mas não para gestores de novo banco público
Na mesma
altura em que foram anunciados, pelo ex-líder do PSD,Marques Mendes, novos
cortes na despesa para o próximo ano, entre 1,5 milhões e 1,7 milhões de euros,
o jornal i destaca esta segunda-feira que só os três membros da comissão
instaladora do novo Banco do Fomento vão receber quase meio milhão de euros/ano
em salários.
Em causa está um despacho, assinado pela ministra das
Finanças e publicado no final da semana passada, que anuncia os salários
mensais dos três membros da comissão instaladora, designadamente Paulo Pereira
da Silva (administrador do BCP), Carla Chousal (vice-presidente do BPI gestão
de ativos) e Nuno Ferreira Soares (diretor da banca de investimento do BCP).(...)»
Se quiserem, vejam a notícia completa, aqui:
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Pois é... ordenados pornográficos para uns, a casta dos privilegiados; - e mais cortes até ao nível Zero, para quem ainda teimosamente quiser continuar na função pública (já que, quando se fala em cortar na "despesa pública", está bom de ver no que é aque se vai cortar...).
Alternativas? - despedir-se, aproveitando uma "rescisão amigável" de tuta e meia (dará para viver uns tempos, mas depois acaba, e como não há empregos, espere até morrer à fome), "emigrar" (digam para onde?), ou... atirar-se ao mar! (por isso alguns deles dizem que no nosso Futuro está no Mar...)
Ah, de caminho, vem o sr. P.M. dizer que as coisas até estão já a ficar melhores... (não diz é para quem, claro!). Enfim...Pois é... ordenados pornográficos para uns, a casta dos privilegiados; - e mais cortes até ao nível Zero, para quem ainda teimosamente quiser continuar na função pública (já que, quando se fala em cortar na "despesa pública", está bom de ver no que é aque se vai cortar...).
Alternativas? - despedir-se, aproveitando uma "rescisão amigável" de tuta e meia (dará para viver uns tempos, mas depois acaba, e como não há empregos, espere até morrer à fome), "emigrar" (digam para onde?), ou... atirar-se ao mar! (por isso alguns deles dizem que no nosso Futuro está no Mar...)
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quarta-feira, 19 de março de 2014
Lembram-se do Ulrich, lembram-se? - Esta corre por aí, já em versos de cego...
Corre por aí já há algum tempo, mas só agora nos chegou, e não resistimos a afixar aqui na praça da Aldeia...
Só faltou dizer que... "Despacho" [presidencial, neste caso], rima com "tacho"...
Para: Todos os espoliados pelos políticos deste pobre país
Só faltou dizer que... "Despacho" [presidencial, neste caso], rima com "tacho"...
Para: Todos os espoliados pelos políticos deste pobre país
O banqueiro, a sua Isabel e o senhor Presidente
Sabem quem é uma das «consultoras» do senhor Presidente da República? Não sabem? Então comecem pelas quadras. Se não acreditarem, vejam, mais abaixo, o Despacho do Sr.Aníbal.
Era uma vez um banqueiro
À D. Isabel ligado.
Vive do nosso dinheiro,
Mas nunca está saciado.
Vai daí, foi a Belém
E pediu ao presidente
Que à sua Isabel, também,
Desse um job consistente.
E o bom do Dom Cavaco
Admitiu a senhora,
Arranjando-lhe um buraco
E o cargo de consultora.
O banqueiro é o Fernando,
Conhecido por Ulrich,
E que diz, de vez em quando,
«Quero que o povo se lixe!».
E o povo aguenta a fome?
«Ai aguenta, aguenta!».
E o que o povo não come
Enriquece-lhe a ementa.
E ela, D. Isabel,
Com Cavaco por amigo.
Não sabe da vida o fel
Nem o que é ser sem-abrigo.
Cunhas, tachos, amanhanços,
Regabofe à descarada.
É fartar, que nós, os tansos,
Somos malta bem mandada.
Mas cuidado, andam no ar
Murmúrios, de madrugada.
E quando o povo acordar
Um banqueiro não é nada.
É só um monte de sebo,
Bolorento gabiru.
Fora do banco é um gebo,
Um rei que passeia nu.
Cavaco, Fernando Ulrich,
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Mas que aliança tão fixe
A destruir Portugal!Despacho nº.5776/2011Nos termos artigos 3º. nº2 e 16º. nºs 1 e 2 do Decreto-Lei nº. 28-A/96, de 4 de Abril, nomeio consultora da Casa Civil Isabel Diana Bettencourt Melo de Castro Ulrich, funcionária do Partido Social Democrata, com efeito a partir desta data e em regime de requisição, fixando-lhe os abonos previstos nos nºs. 1 e 2 do artigo 20º. do referido diploma em 50% dos abonos de idêntica natureza estabelecidos para os adjuntos.9 de Março de 2011.-O Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva
DITOSA PÁTRIA... QUE TAIS FILHOS TEM!Claro, com o "AGUENTA... AGUENTA...", este "SEM-ABRIGO"
vê-se obrigado a recorrer ao "Padrinho" para "abrigar" a esposa!
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terça-feira, 18 de março de 2014
40 anos depois do 25/04 - "Mas que raio de democracia é esta?"...
Corre pela "Aldeia":
A REALIDADE NUA E CRUA... DOS VENCIMENTOS...!
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quarta-feira, 12 de março de 2014
E havia dúvidas?? - a "troika" é uma forma de exercício de ditadura
A questão é simples:
Embriagaram-se os indígenas durante uma grande festa - a que chamamos aqui o "Grande Regabofe"... começou ainda no Cavaquismo (pois claro, o pai do plano, economista que em segunda mão recebeu o reflexo das políticas de Tatcher e, por esta, da famigerada "escola de Chicago" - ou "para chi cago!"), continuou no Guterrismo, entrou ainda pelo Socretismo... de permeio houve um que falou na tanga e fugiu, mas esse nem conta, cá por casa, nem contou nada no "lá fora", a não ser para caucionar o plano...
Estando os indígenas a pão pedir, e o homem do fraque do Capitalismo Internacional a apertar, deu-se início à 2ª parte do plano: chamar as Troikas... Sim, porque quem cá por casa tentasse pôr (alguma) ordem nas contas, ouvia coisas do tipo "Minha senhora, há vida para além do deficit...". E havia aqueles chatos todos das esquerdas a bramir nas ruas e na A.R.. Assim, sob a capa do tal "protectorado" troikeiro, podia-se, com o pretexto de ajustar as contas, finalmente, ir muito para lá disso mesmo: a aplicação da famosa agenda neoliberal...
Pelo que não espanta que para esses prosélitos do neoliberalismo selvagem, que se estão nas tintas para as pessoas e para a democracia, isto da Troika seja uma bênção dos céus... O que me leva a desconfiar que a "crise" (só para alguns) foi um mero pretexto para... E, como tal, foi algo muito bem preparado e provocado...
Aqui têm:
«Eurodeputado francês "Maria Luís vê na troika possibilidade de cortar salários"
O relator do relatório que avalia as operações da troika disse ao Diário Económico que a ministra das Finanças portuguesa “não vê a troika como um problema” e diz que é “bem-vinda para implementar a sua agenda política”.»
Comentário do Zé:
-E que tal uma revolução a sério, com um grande pontapé no rabo a esta gente, e mandando-os para o seu paraíso americano ou alemão?? - Se estamoa condenados a ser miseráveis, então prefiro que isto seja uma espécie de Albânia do camarada Enver Hoxa, pobres, mas livres de Senhoritos - antes isso, do que uma turba de escravos zombies, manipulados e sugados por uma corja de vampiros e de lacaios ao seu serviço!....
-E que tal uma revolução a sério, com um grande pontapé no rabo a esta gente, e mandando-os para o seu paraíso americano ou alemão?? - Se estamoa condenados a ser miseráveis, então prefiro que isto seja uma espécie de Albânia do camarada Enver Hoxa, pobres, mas livres de Senhoritos - antes isso, do que uma turba de escravos zombies, manipulados e sugados por uma corja de vampiros e de lacaios ao seu serviço!....
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sexta-feira, 7 de março de 2014
ícone
DR.
Esta fotografia é um ícone...
Quando um (des)governo precisa de se escudar na Polícia (aliás em Polícias de intervenção) porque as próprias polícias se rebelam contra ele...
Quando a suposta casa da "democracia" precisa deste aparato para se fechar aos cidadãos em protesto pelas sistemáticas políticas que esmagam sempre os mesmos...
Quando isto é o governo só de alguns, que, a pretexto da "crije", empreendem uma política de desmantelamento do próprio Estado, tal como o conhecemos - ao serviço dos cidadãos, dos cidadãos que não podem pagar a Saúde privada, o Ensino privado, a Segurança privada....
Quando em resultado final têm de se escudar desta forma para (se) governarem, a coberto de "troikas" e de cartilhas importadas do capitalismo internacional...
... isto já não é Democracia nenhuma!!! - É apenas uma ditadura eleita, como o do Chávez-Maduro, e tem tanta legitimidade como a do governo sírio, ou o deposto governo da Ucrânia.
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quinta-feira, 6 de março de 2014
Cartoon Tuga premiado
O Grande Prémio da edição deste ano do Press Cartoon Europe distinguiu Rodrigo de Matos por um trabalho publicado no último ano, no Expresso Economia.
O trabalho retrata a forma como o apuramento da selecção nacional de futebol para o Mundial no Brasil distraiu toda a gente da difícil situação económica atravessada por Portugal,onde, perante as dificuldades e as políticas de austeridade, esta surgiu como única alegria.
Para quem não viu, aqui fica:
Ainda o (des)Acordo Ortográfico - uma lição de Angola
O "Jornal de Angola", espécie de órgão oficial do poder político de Luanda, tornou-se cá pela nossa "aldeia" algo conhecido pelas suas tiradas normalmente cheias de ressentimentos freudianos "anti-tugas" e em defesa da oligarquia plutocrática (e cleptocrática) que o paga. É compreensível, pois que se não deve cuspir no prato em que se come. Caso para perguntar: e por cá, será diferente? - Vozes do dono, há-os em toda a parte...
O que não significa que o pessoal que lá trabalha seja estúpido. Simplesmente são escribas, e o escriba, a mando de (ou para agradar a) quem manda, tem que fazer o seu papel.
Não sabemos se o editorial que se segue foi ou não a mando de alguém, mas a verdade é que é acertadíssimo! Ao defender a Língua Portuguesa desta maneira, quando por cá certas luminárias a procuram desfigurar em nome não sei de que estúpidos interesses, ou procurando "interpretar" o entendimento alheio (leia-se dos outros povos da CPLP), o Jornal de Angola está a fazer mais pela Lusofonia do que todos esses institutos camões ou entidades públicas e académicas tugas. É caso para se dizer que o "tuguismo", desta feita, na questão linguística, está do lado de cá (excepção e honra seja feita a algumas personalidades, como Vasco Graça Moura, p. ex.), enquanto a portugalidade está do lado angolano.
Quase que nos faz lembrar um pai cota a querer armar-se em adolescente, virando-se para o filho: "então meu, tá tudo jóia? - hoje tá um dia de baril para curtir umas garinas..." - enquanto o filho, estranhando o linguarejar ridículo do velho, o corrige: "oh, pai, será que estás bom da cabeça?"
Em face disto, e da velha tonta que parece ser esta Tugalândia, só me apetece dizer: "Baketo, Jornal de Angola, por este momento de lucidez e de tentares pôr algum juízo em algumas cabeças desmioladas que por aqui andam..."
- Subscrevo inteiramente o Editorial que se segue, pois que a Língua Portuguesa, velha de séculos, haurida do antiquíssimo Latim que foi a primeira língua de comunicação universal unindo povos do Médio Oriente à península Ibérica e do Norte da Europa ao Norte de África, é hoje um património comum de todos os seus falantes. E se deve ser enriquecida pelos diversos contributos nacionais, se deve considerar, em cada parte do globo a sua especificidade, não pode adulterar e rasgar o original, em nome de uma fotocópia de má qualidade.
Aqui vai, então:
Editorial do “Jornal de Angola”:
«Património em risco
O que não significa que o pessoal que lá trabalha seja estúpido. Simplesmente são escribas, e o escriba, a mando de (ou para agradar a) quem manda, tem que fazer o seu papel.
Não sabemos se o editorial que se segue foi ou não a mando de alguém, mas a verdade é que é acertadíssimo! Ao defender a Língua Portuguesa desta maneira, quando por cá certas luminárias a procuram desfigurar em nome não sei de que estúpidos interesses, ou procurando "interpretar" o entendimento alheio (leia-se dos outros povos da CPLP), o Jornal de Angola está a fazer mais pela Lusofonia do que todos esses institutos camões ou entidades públicas e académicas tugas. É caso para se dizer que o "tuguismo", desta feita, na questão linguística, está do lado de cá (excepção e honra seja feita a algumas personalidades, como Vasco Graça Moura, p. ex.), enquanto a portugalidade está do lado angolano.
Quase que nos faz lembrar um pai cota a querer armar-se em adolescente, virando-se para o filho: "então meu, tá tudo jóia? - hoje tá um dia de baril para curtir umas garinas..." - enquanto o filho, estranhando o linguarejar ridículo do velho, o corrige: "oh, pai, será que estás bom da cabeça?"
Em face disto, e da velha tonta que parece ser esta Tugalândia, só me apetece dizer: "Baketo, Jornal de Angola, por este momento de lucidez e de tentares pôr algum juízo em algumas cabeças desmioladas que por aqui andam..."
- Subscrevo inteiramente o Editorial que se segue, pois que a Língua Portuguesa, velha de séculos, haurida do antiquíssimo Latim que foi a primeira língua de comunicação universal unindo povos do Médio Oriente à península Ibérica e do Norte da Europa ao Norte de África, é hoje um património comum de todos os seus falantes. E se deve ser enriquecida pelos diversos contributos nacionais, se deve considerar, em cada parte do globo a sua especificidade, não pode adulterar e rasgar o original, em nome de uma fotocópia de má qualidade.
Aqui vai, então:
Editorial do “Jornal de Angola”:
«Património em risco
Os ministros da CPLP estiveram reunidos em Lisboa, na nova sede da organização, e
em cima da mesa esteve de novo a questão do Acordo Ortográfico que Angola e
Moçambique ainda não ratificaram. Peritos dos Estados membros vão continuar a
discussão do tema na próxima reunião de Luanda.
A Língua Portuguesa é património de todos os povos que a falam e neste ponto
estamos todos de acordo. É pertença de angolanos, portugueses, macaenses,
goeses ou brasileiros. E nenhum país tem mais direitos ou prerrogativas só
porque possui mais falantes ou uma indústria editorial mais pujante.
Uma velha tipografia manual em Goa pode ser tão preciosa para a Língua
Portuguesa como a mais importante empresa editorial do Brasil, de Portugal ou
de Angola. O importante é que todos respeitem as diferenças e que ninguém ouse
impor regras só porque o difícil comércio das palavras assim o exige.
Há coisas na vida que não podem ser submetidas aos negócios, por mais
respeitáveis que sejam, ou às "leis do mercado". Os afectos não são
transaccionáveis.
E a língua que veicula esses afectos, muito menos. Provavelmente foi por ter esta consciência que Fernando Pessoa confessou que a sua pátria era a Língua Portuguesa.
Pedro Paixão Franco, José de Fontes Pereira, Silvério Ferreira e outros intelectuais angolenses (?) da última metade do Século
XIX também juraram amor eterno à Língua Portuguesa e trataram-na em conformidade com esse sentimento nos seus textos. Os intelectuais que se
seguiram, sobretudo os que lançaram o grito "Vamos Descobrir Angola",
deram-lhe uma roupagem belíssima, um ritmo singular, uma dimensão única.
Eles promoveram a cultura angolana como ninguém. E o veículo utilizado foi o
português. Queremos continuar esse percurso e desejamos que os outros falantes
da Língua Portuguesa respeitem as nossas especificidades. Escrevemos à nossa
maneira, falamos com o nosso sotaque, desintegramos as regras à medida das
nossas vivências, introduzimos no discurso as palavras que bebemos no leite das
nossas Línguas Nacionais. Sabemos que somos falantes de uma língua que tem o
Latim como matriz. Mas mesmo na origem existiu a via erudita e a via popular.
Do "português tabeliónico" aos nossos dias, milhões de seres humanos
moldaram a língua em África, na Ásia, nas Américas.
Intelectuais de todas as épocas cuidaram dela com o mesmo desvelo que se tratam
as preciosidades.
Queremos a Língua Portuguesa que brota da gramática e da sua matriz latina. Os
jornalistas da Imprensa conhecem melhor do que ninguém esta realidade: quem
fala, não pensa na gramática nem quer saber de regras ou de matrizes. Quem fala
quer ser compreendido. Por isso, quando fazemos uma entrevista, por razões
éticas mas também técnicas, somos obrigados a fazer a conversão, o câmbio, da
linguagem coloquial para a linguagem jornalística escrita. É certo que muitos
se esquecem deste aspecto, mas fazem mal. Numa entrevista até é preciso levar
aos destinatários particularidades da linguagem gestual do entrevistado.
Ninguém mais do que os jornalistas gostava que a Língua Portuguesa não tivesse
acentos ou consoantes mudas.
O nosso trabalho ficava muito facilitado se pudéssemos construir a mensagem
informativa com base no português falado ou pronunciado. Mas se alguma vez isso
acontecer, estamos a destruir essa preciosidade que herdámos inteira e sem
mácula. Nestas coisas não pode haver facilidades e muito menos negócios. E
também não podemos demagogicamente descer ao nível dos que não dominam
correctamente o português.
Neste aspecto, como em tudo na vida, os que sabem mais têm o dever sagrado de
passar a sua sabedoria para os que sabem menos. Nunca descer ao seu nível.
Porque é batota! Na verdade nunca estarão a esse nível e vão sempre
aproveitar-se social e economicamente por saberem mais. O Prémio Nobel da
Literatura, Dário Fo, tem um texto fabuloso sobre este tema e que representou
com a sua trupe em fábricas, escolas, ruas e praças. O que ele defende é muito
simples: o patrão é patrão porque sabe mais palavras do que o operário!
Os falantes da Língua Portuguesa que sabem menos, têm de ser ajudados
a saber mais.
E quando souberem o suficiente vão escrever correctamente em português. Falar é
outra coisa. O português falado em Angola tem características específicas e
varia de província para província. Tem uma beleza única e uma riqueza
inestimável
para os angolanos mas também para todos os falantes. Tal como o português que é
falado no Alentejo, em Salvador da Baía ou em Inhambane tem características
únicas. Todos devemos preservar essas diferenças e dá-las a conhecer no espaço
da CPLP. A escrita é "contaminada" pela linguagem coloquial, mas as
regras gramaticais, não. Se o étimo latino impõe uma
grafia, não é aceitável que, através de um qualquer acordo, ela
seja simplesmente ignorada. Nada o justifica. Se queremos que o português seja
uma língua de trabalho na ONU, devemos, antes do mais, respeitar a sua matriz e
não pô-la a reboque do difícil comércio das palavras.»
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De leitura obrigatória: "O país do PSD não precisa de pessoas"
Realmente, quando do outro dia ouvimos esta tirada de um alto responsável do partido do (des)governo, um tal de Montenegro, sobre que isto (a Tugalândia) até já está melhor, mau grado os tugas estarem piores, bem, deu-se-nos um nó no cérebro ao tentarmos dilucidar a momentosa opinião. Pensámos em comentá-la aqui pela Aldeia, mas, o tempo passou e passou o momento.
Eis então senão quando mão amiga nos faz chegar este recorte de José Victor Malheiros (in Publico, 4.03.2014), que em boa hora veio em nosso socorro - de leitura obrigatória:
«O país do PSD não precisa de pessoas
José Vítor Malheiros
A vida das pessoas não está melhor, mas a vida do país está muito melhor.” A
frase, de Luís Montenegro, o risonho líder parlamentar do PSD, merece entrada em
qualquer colectânea de citações políticas e mesmo nos manuais de história contemporânea.
Não pela profundidade do pensamento, como nos melhores casos, mas pela clareza
da ideia que expõe, que no caso vertente resulta de uma mistura de simplicidade
e de desfaçatez. A primeira parte da tirada (“A vida das pessoas não está
melhor”) não levanta dúvidas a ninguém e merece a concordância de todos. Há
menos emprego que quando este Governo tomou posse, há mais desemprego, há mais
desempregados sem apoios sociais, há mais pobreza, há mais sem-abrigo, há mais
fome, há mais desespero, há mais jovens sem dinheiro para estudar, há mais
portugueses a emigrar por falta de perspectivas, há mais jovens qualifi cados a
emigrar, há mais medo, há menos liberdade, há menos apoios sociais, há menos
acesso à saúde, há menos formação, há menos escolas, há menos serviços no
interior, há maior conflitualidade, há menos confiança nas pessoas e nas
instituições, etc. A lista exaustiva é impossível de tão longa e, por trás de
cada estatística, escondemse milhares de tragédias pessoais, de histórias que
não deviam existir num país
desenvolvido no século XXI.
O que é de mais difícil compreensão é aquele “a vida do país está
muito melhor”. É difícil porque é preciso um enorme esforço conceptual para
separar este “país” que está “muito melhor” das “pessoas” que “não estão melhor”.
Que país é este de que fala Montenegro?
Que entidade é esta que está tão longe e tão separada das pessoas
que é possível que uma esteja muito melhor e as outras muito pior?
Existem muitas defi nições de estado (suponho que é do estado que
fala Montenegro) mas praticamente todas elas consideram uma comunidade
organizada politicamente, com um governo e um território. Que país é então este
que está bem quando as suas pessoas estão mal? Que componente do país é que
está melhor? Será que Montenegro fala do território? Não parece ser.
Referir-se-á Luís Montenegro ao Governo?
Será o Governo a parte do país que está “muito melhor”? É inegável
que o executivo ganhou um novo vigor e que conseguiu construir um discurso
positivo em torno da ideia de “fi m do programa de ajustamento” que, por vácuo
que seja, parece ter convencido alguns incautos e paralisado ainda mais o PS.
Mas mesmo Luís Montenegro sabe que seria excessivo identifi car Governo e país.
Este país que está “muito melhor” parece ser algo mais amplo que a comissão liquidatária
a que chamamos governo.
Mas então que país é este que está “muito melhor” e que não são as
pessoas? É simples: o “país” de que fala Luís Montenegro não é o nosso país. O “país”
de que fala Luís Montenegro não é Portugal. O “país” de que fala Luís Montenegro
é, simplesmente, o capital.
O que Luís Montenegro quis dizer foi que “A vida dos trabalhadores
não está melhor, mas a vida do capital está muito melhor”.
Basta substituir estas poucas palavras para tudo bater certo. A
vida dos dirigentes do PSD está muito melhor (basta ver como se congratulavam
todos no último congresso).
A vida dos dirigentes do CDS está muito melhor. A vida dos
banqueiros está muito melhor. A vida dos grandes empresários está muito melhor.
A vida dos multimilionários está muito melhor. A vida dos advogados que
trabalham para o capital está muito melhor. A vida dos empresários que baixam salários
e despedem trabalhadores com opretexto da crise está muito melhor. A vida dos
empresários sem escrúpulos está muito melhor. A vida dos empresários que vivem à
conta das PPP está muito melhor. A vida dos corruptos que nunca são condenados está
muito melhor. A vida dos que têm as empresas registadas na Holanda e o dinheiro
nas ilhas Caimão está muito melhor. A vida dos empresários da saúde que vêem as
suas clínicas aumentar a facturação à custa da destruição do Serviço Nacional de
Saúde está muito melhor. A vida dos empresários da educação que vêem as suas escolas
aumentar a facturação à custa da destruição da escola pública e dos subsídios do
estado está muito melhor. E depois, à volta destes, há um segundo anel de
empresários de serviços de luxo, de serviços “diferenciados” e “exclusivos”, que
servem os primeiros, cuja vida está também muito melhor.
O que Luís Montenegro quis dizer foi que “A vida do povo não está
melhor, mas a vida da oligarquia que manda no país está muito melhor”.
Foi por isso que se congratulou. Porque ele faz parte dela.
Que isso constitua uma traição às promessas do PSD, à
social-democracia que voltou a ter direito de menção no último congresso, ao
interesse nacional, ao povo que o elegeu é algo que não preocupa Montenegro ou
o PSD. Como diz com honestidade o multimilionário Warren Buff ett, “há de facto
uma luta de classes e a minha classe está a ganhar”. A diferença é
que Buff ett tem uma certa vergonha. E Montenegro não tem vergonha nenhuma.»
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quarta-feira, 5 de março de 2014
Uma forma de Nazismo, ainda que sem deportações em massa...
Nós que vivemos algures cá numa Aldeia do interior, em marcha acelarada para a completa desertificação humana, sabemos bem o têm sido as políticas de abandono - de sucessivos (des)governos, sublinhe-se - relativamente a estas terras. Quando tudo estiver consumado, o último a sair que apague a luz...
A única diferença relativamente ao nazismo é que em vez de deportações em massa temos um sistema de morte lenta - de asfixia através de cortes de serviços... Como já aqui dissemos, o neoliberalismo é, sem dúvida, uma forma de nazismo, quiçá mais cínica.
A única diferença relativamente ao nazismo é que em vez de deportações em massa temos um sistema de morte lenta - de asfixia através de cortes de serviços... Como já aqui dissemos, o neoliberalismo é, sem dúvida, uma forma de nazismo, quiçá mais cínica.
Saudamos, por isso, a grande coragem do ex-procurador-geral da República, ao afirmar o que se segue:
Pinto Monteiro
"Era melhor fechar populações como no regime nazi"
O ex-procurador-geral da República Pinto Monteiro reiterou a
sua posição contra o encerramento dos tribunais, dizendo, em declarações à
rádio Altitude, que “era melhor fechar as populações à força como fazia
antigamente o regime nazi” aquando da criação de guetos. 12:19 - 05 de Março de 2014 | Por: Notícias Ao Minuto
“As terras do interior estão a morrer. Não há nenhuma
poupança que justifique a deslocação das populações e o encerramento dos
tribunais em terras onde já só existem os tribunais. É uma vergonha”, disse ontem
Pinto Monteiro, em declarações à rádio Altitude, da Guarda.“Não me venham com a troika. A troika é como a história do papão. O Governo é capaz de poupar meia dúzia de tostões mas deixa as populações sem Justiça”, reiterou o magistrado, que compara a atitude do Executivo com a criação de guetos no regime nazi.
“Fecha o banco, fecha as Finanças... Era melhor proibirem populações que têm menos, fecharem-nas à força como fazia antigamente o regime nazi”, sublinhou.
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