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segunda-feira, 11 de novembro de 2013
Consegue adivinhar, sem ler até ao fim?
Diz-se por'i que...
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terça-feira, 5 de novembro de 2013
A formulação caseira do "Tea Party"
Por ser uma interessante reflexão sobre o que se está a passar - por importação canhestra e caseira do modelo americano, aqui vos fica, com sublinhados nossos.
Aguardamos o vosso comentário:
«Opinião
O Tea Party está furtivamente entre nós
Uma direita de valores e uma esquerda séria não são incompatíveis com uma sociedade solidária
Eduardo Oliveira e Silva
Situa-se entre a direita liberal do PSD e o PP, mas não abrange os resistentes da social-democracia e os do velho CDS. Tem obviamente assento no governo, no parlamento e em nichos da sociedade portuguesa. Tem adeptos entre comentadores, jornalistas e em grupos económicos de natureza financeira. Entre nós é um movimento inorgânico, e foi assim que nasceu nos Estados Unidos.
Por cá chegou a haver uma tentativa de implementar um embrião adaptado do pensamento Tea Party, com o nome Missão Portugal. Os seus líderes perderam entretanto boa parte da postura triunfal com a chegada da crise económica, passando a sua actuação a ter menos a ver com o triunfo das empresas de serviços e mais com aspectos ideológicos de uma estratégia de destruição de funções do Estado. O fim é transformá-lo apenas numa entidade básica de assistencialismo para os desvalidos, enquanto as suas responsabilidades comerciáveis são transferidas para um sector privado que já domina ideologicamente parte da administração pública, a classe política e o poder executivo.
Há porém uma diferença grande entre o nosso Tea Party e o dos Estados Unidos. O de lá é coerente em termos de impostos. Quer uma redução e um Estado minúsculo, salvo objectivamente nas funções de defesa. Cá, os protagonistas também querem mas não sabem como chegar lá por via do crescimento e por isso arranjam um meio-termo impossível. Tentam uma espécie de quadratura do círculo. Exigem menos Estado mas aumentam sistematicamente os impostos directos e indirectos, rebentando as classes média baixa, média e média alta, que pagam o apetite pantagruélico dos negócios feitos à conta do orçamento do país.
Querem um Estado que se reduza ao assistencialismo e em que cada um trate de si, mas não abdicam do modelo contributivo através de impostos, cortes em pensões e descontos para a Segurança Social.
Basta pegar no guião da reforma do Estado de Portas, olhar para o Orçamento do Estado e ouvir os discursos de certos políticos para perceber que há uma tentativa de inverter toda a construção social e aproximá-la dos modelos do tipo “salve-se quem puder” que se praticam nos Estados Unidos, que se procuram na Inglaterra de Cameron e que pululam na Ásia, em África e na Índia, mas que a Europa, salvo a Rússia e seus satélites, persiste em recusar em nome de um projecto solidário cristão ou social-democrata.
No entanto, aos poucos e sub-repticiamente, a sociedade está a mudar a pretexto da crise. Todos os dias é dado mais um passo num caminho mais liberal, mais individualista, mais selvático, construído com base na especulação e na mera circulação do dinheiro, desconhecendo e ignorando valores sociais profundos como o emprego, a educação, as funções de soberania do Estado, a saúde pública e a existência de empresas e grupos de referência de um colectivo chamado Portugal, sempre com o argumento único e primário de que não há alternativa.
Uma direita de valores ou uma esquerda séria não são incompatíveis com a defesa de uma sociedade solidária, mas a atracção por modelos de capitalismo especulativo e ferozmente individualista pode destruir o nosso modelo social para que só uns quantos fiquem bem.
in: Jornal i 2013.11.02
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Que trabalhe ele, o fdp!...
Disse o Crato...
Crato diz que portugueses precisavam "trabalhar um ano sem comer" para pagar a dívida
O ministro da Educação defendeu esta segunda-feira em Ovar que, para ser dispensada mais austeridade no Orçamento do Estado para 2014 e ainda pagar a dívida total do Estado, todos os portugueses teriam que "trabalhar um ano sem comer".
Numa sessão de esclarecimento sobre o próximo Orçamento, Nuno Crato argumentou que o corte nas despesas do Estado não é suficiente para "pôr as contas (da Nação) em ordem" e que se impõem ainda alguns "sacrifícios que vão transformar Portugal num país competitivo".
"Teríamos de trabalhar mais de um ano sem comer, sem utilizar transportes, sem gastar absolutamente nada só para pagar a dívida", garantiu o ministro, sublinhando que não há forma de pôr a economia a crescer "sem se sair primeiro deste beco".
Nuno Crato considerou, por isso, adequado um Orçamento do Estado que tem por base quatro pilares: consolidação orçamental, equidade, solidariedade e crescimento.
A nível social, o governante destacou a preocupante redução na natalidade, o que significa na sua opinião, a longo prazo mais prestações sociais do Estado para uma população em que há mais idosos do que trabalhadores ativos.
Já a nível económico, realçou que o crescimento e o emprego não poderão obter-se, nesta fase, através da mera injeção de capital na estrutura produtiva do país e de um maior endividamento para esse efeito.
(Pág.1/2), in JN, 2013.11.05 - http://www.jn.pt/PaginaInicial/Politica/Interior.aspx?content_id=3514804
COMENTÁRIO DO TI ZÉ:
Nos bons tempos da Escola antiga, ouvíamos falar de um tal de Prior do Crato, que tinha tentado salvar Portugal dos Espanhóis. Ora mudam-se os tempos e mudam-se os Cratos. O Crato que agora por aí temos, é um tipo que no furor da sua jumentude, perdão, juventude, militava nas águas da UDP, pelo que era contra o Capitalismo, o patronato, as privatizações, etc.. Mas, voltando a parafrasear Camões, mudam-se os tempos, mudam-se as vontades.... O Crato actual é mais um moço de recados da troika, ao serviço do capitalismo financeiro internacional, cuja "receita" é reduzir a esmagadora maioria do pessoal à miséria, para depois trabalhar a pão-e-água (ou nem isso), a modos de conseguirmos ser mais "competitivos" que chinas, índias e afins.
Assim sendo, este tipo pretende menos que o pão e água: quer que cozamos a boca e o cú, e toca a trabalhar um ano inteiro sem comer. Ora isto faz-me lembrar aquela de um home aqui da Aldeia, que também achava que o burro que tinha comia muito. E andou a treiná-lo para comer menos. Todos os dias lhe cortava à ração (como faz este governo) e no fim já não lhe dava nada. Conclusão: o burro morreu. E diz o home: "ah burro do c******, atão agora que já estavas habituado a viver sem comer, é que se me havias de morrer?"... Pois, parece que o ti home, se chamava Crato...
COMENTÁRIO DO TI ZÉ:
Nos bons tempos da Escola antiga, ouvíamos falar de um tal de Prior do Crato, que tinha tentado salvar Portugal dos Espanhóis. Ora mudam-se os tempos e mudam-se os Cratos. O Crato que agora por aí temos, é um tipo que no furor da sua jumentude, perdão, juventude, militava nas águas da UDP, pelo que era contra o Capitalismo, o patronato, as privatizações, etc.. Mas, voltando a parafrasear Camões, mudam-se os tempos, mudam-se as vontades.... O Crato actual é mais um moço de recados da troika, ao serviço do capitalismo financeiro internacional, cuja "receita" é reduzir a esmagadora maioria do pessoal à miséria, para depois trabalhar a pão-e-água (ou nem isso), a modos de conseguirmos ser mais "competitivos" que chinas, índias e afins.
Assim sendo, este tipo pretende menos que o pão e água: quer que cozamos a boca e o cú, e toca a trabalhar um ano inteiro sem comer. Ora isto faz-me lembrar aquela de um home aqui da Aldeia, que também achava que o burro que tinha comia muito. E andou a treiná-lo para comer menos. Todos os dias lhe cortava à ração (como faz este governo) e no fim já não lhe dava nada. Conclusão: o burro morreu. E diz o home: "ah burro do c******, atão agora que já estavas habituado a viver sem comer, é que se me havias de morrer?"... Pois, parece que o ti home, se chamava Crato...
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sexta-feira, 1 de novembro de 2013
A evolução demográfica dos vários estados constituintes da União das Hortaliças tem-se tornado numa preocupação crescente por parte dos seus líderes políticos e outros, preocupados com uma composição populacional que poderá levar a perdas futuras da produtividade e competitividade nos mercados internacionais que como se sabe são actualmente mais selvagens do que uma selva pois na selva os animais têm tempo de repouso e para se envolverem em actividades familiares, ocasionalmente até darem-se à bizarria de actos altruístas, ao passo que nos mercados nada disso existe. A preocupação maior é a de que as camadas mais jovens da população estão em declínio e isto tem sido usado para assustar os futuros reformados (ou talvez prepará-los para que nessa altura não tenham por reforma senão o que encontrarem nos caixotes do lixo) e os utilizadores dos Serviços Nacionais de Saúde/Doença – designação dependente de se os estados em causa estão a norte ou a sul da fronteira da República Federal das Batatas – e outras mordomias que tais. É claro que perante as taxas de desemprego em cavalgante subida por toda a parte, os ignorantes cidadãos perguntam-se para que serão necessários mais jovens dado que, quando chegarem a altura de ganharem o seu, não terão onde. Mas enfim, os cidadãos são isso mesmo, ignorantes, e não podem compreender estas subtilezas da demografia económica. Subtilezas aparte, podem agora os decisores políticos e económicos respirar um poucochinho de alívio perante os resultados do novo censo da União das Hortaliças. O censo demonstrou que os países intervencionados pela Tripeça tiveram uma quebra acentuada da sua população total, tanto pelo aumento a taxa de mortalidade, e em especial a infantil, como pelo aumento do número de cidadãos que fogem para qualquer lado porque a sobrevivência nos países deles é impossível. Assim, a República dos Ursos Brancos viu a sua população desaparecer para metade, a República dos Nabos perdeu 1/10 dos habitantes e a do Goulash pelo menos 30%. Já quanto à Democracia da Moussaka, e como é hábito, não se conhecem resultados, até porque os seus dirigentes não sabem quantos habitantes tinha o país antes da crise, quantos morreram desde então ou quantos deram e dão às de vila-diogo. Com a excepção da anárquica Moussaka, os planos de ajustamento da Tripeça têm sido considerados um êxito nestes países intervencionados. Pelo que fica a natural confusão na mente do público sobre o sucesso dos planos de austeridade e ajustamento e as questões demográficas. Será que os programas de ajustamento são considerados bem-sucedidos porque estão a esvaziar os países das suas populações, promovendo deste modo a redução dos gastos públicos pois não haverá necessidade de tantas escolas, hospitais, professores, pensões de reforma, invalidez e subsídio de desemprego? Será que o objectivo é fazer entrar em sobrelotação as preguiçosas barrigas femininas que restarem, para combater o temido envelhecimento populacional? Ou será que os sábios estão prestes a lançar um novo índice da vitalidade económica dos países baseado na taxa de emigrantes per capita?
quinta-feira, 31 de outubro de 2013
Internet e espionagem...
Manuel Loff (prof. da Faculdade de Letras da U.P.), in Público, 31.10.2013:
"A internet foi transformada no mais perigoso facilitador do Totalitarismo"
Há dias passou por aí uma reportagem televisiva sobre despedimentos por causa de coisas postadas nos Facebooks (críticas de empregados a entidades patronais, etc.). E disse-se que nos EUA antes de se contratar alguém, a entidade contratante tratava de espiolhar o Facebook do candidato, isto para já não falar de tudo o que pudesse vir na net sobre o sujeito (ainda que sejam aleivosidades e mentiras), e, para pior, quem não tenha perfil no Face também pode não ser aceite em concurso pois isso indicia alguém "muito estranho", que não estando em redes sociais era porque devia ter "algo a esconder".... Mas enfim, na América tudo é possível, sobretudo agora que se sabe que o "Big Brother" chegou em força e nem o Papa escapou, para além de tudo o que era dirigente mundial (os russos das soviécias tinham a fama de grandes espiões, mas agora se vê que a América, com os seus satélitezinhos, não lhe fica atrás, mau grado querer continuar a aparecer como a "campeã da democracia e da Liberdade"). Razão tinha Orwell...
O problema é que isto do espiolhanço e da bufaria não é coisa nova... Na velha Aldeia sempre houve os "traz e leva", "as mulherzinhas de soalheiro" (quiçá as inventoras do jornalismo cor-de-rosa), e, a um nível mais requintado, os "Bubo-bubos" pagos pelos manda-chuvas, mesmo que a coberto de outros cargos profissionais. Entre estes, havia-os os de nível tradicional, os "orelhas" que pairavam pelos cafés, praças, repartições, e, com a evolução tecnológica, alguns tornaram-se mais sofisticados. Recordo-me de uma vez o Manda-chuva da minha aldeia me ter mostrado um "print" de um diálogo entre dois jovens aldeãos, numa rede social, creio que ainda um "chat" (curto estes neologismos nas "netes"!), em que um se gabava para outro de ter "espetado uma granda sarda" (vulgo bebedeira) a um qualquer artista citadino, convidado pelo dito Manda-chuva, depois de uma actuação do dito artista na praça da aldeia. "- Veja só se isto é coisa que se diga, a gozar com um convidado nosso!?..." - perguntava-me, esquecendo-se que o dito convidado até podia ter achado piada aos comentários, depois da "recepção copofónica"... - Creio que deve ter mostrado o mesmo papel a vários aldeãos que o procuraram por esses dias, por outros assuntos, mas, nas entrevistas com o Manda-chuva havia sempre um "período de antes, ou depois, da ordem do dia" em que o homem dizia o que lhe ia na alma. Com que objectivo, não sei: talvez para nos dizer, indirectamente, "cuidado com o que vc. possa dizer por aí, mesmo nas netes, porque eu sei tudo!...." - E sabia. Não fosse isto um país de bufos desde tempos imemoriais. Quem alimentou a Inquisição durante séculos?
A bufaria está na massa do sangue do Tuga, e, se for preciso, para se "queimar" um rival, um concorrente, um adversário, para já não falar de um inimigo, perscruta-se-lhe a vidinha toda, percorre-se-lhe os itinerários, procura-se quem o conhece, até se se descobrir o que diz, e sobre quem o diz. Sendo que dantes se podia inventar que disse o que não teria dito (ou não teria dito bem assim), e tudo dependia depois do "emprenhanço de orelha" da parte do Manda-chuva, se valorizava a fonte, ou se lhe interessava acreditar no que a "fonte" (leia-se, o bufo) lhe transmitia. Agora, se for preciso usam-se gravadores, ou então procuram-se as "evidências" na net. E ele há burrinhos(as) que escarrapacham a vidinha toda nos Face's, parece que ignorando que há por aí espiões e espias que não fazem outra coisa do que espiolhar, dia e noite, o que diz este(a) ou aquele(a), na convicção de que muita dessa informação "pode dar jeito". Desconfiem sempre desses que se insinuam e pedem "Amizade" a tudo o que é cão e gato, que freneticamente percorrem todos os blogues e batem o terreno como coiotes esfaimados à procura.... Verdadeiros caçadores de "informações" para depois com elas jogarem, insinuando-se junto dos poderes e dos poderosos, sempre em proveito próprio. Outros há que, não tão freneticamente, mas igualmente cirúrgicos e insidiosos, escolhem os alvos, descobrem-lhe os rastos e, quais pisteiros de savana, seguem silenciosamente as vítimas, reencaminhando a "informação" para "quem de direito"... Alguns saberão até quem nós somos, farejam-nos sob a nossa croça de Ti Zé, suspeitam onde fica a nossa Aldeia e até o tugúrio onde moramos. Esperam, silenciosamente, que avancemos a cabeça para fora da carapaça de cágado, para no-la cortarem, chibando às orelhas certas... Assobiamos para o lado e fingimos que não os vemos, mas que eles andam por'i, lá isso andam...
Este é o ponto em que aldeia real e virtual se tocam e complementam, e o melhor mesmo é estarmos caladinhos, para não alimentarmos novos Bubo-bubos, e, no fim, não levarmos no focinho... - Enfim, é preciso aprender a saber viver, nestes arremedos de "democracia", global e local...
"A internet foi transformada no mais perigoso facilitador do Totalitarismo"
Há dias passou por aí uma reportagem televisiva sobre despedimentos por causa de coisas postadas nos Facebooks (críticas de empregados a entidades patronais, etc.). E disse-se que nos EUA antes de se contratar alguém, a entidade contratante tratava de espiolhar o Facebook do candidato, isto para já não falar de tudo o que pudesse vir na net sobre o sujeito (ainda que sejam aleivosidades e mentiras), e, para pior, quem não tenha perfil no Face também pode não ser aceite em concurso pois isso indicia alguém "muito estranho", que não estando em redes sociais era porque devia ter "algo a esconder".... Mas enfim, na América tudo é possível, sobretudo agora que se sabe que o "Big Brother" chegou em força e nem o Papa escapou, para além de tudo o que era dirigente mundial (os russos das soviécias tinham a fama de grandes espiões, mas agora se vê que a América, com os seus satélitezinhos, não lhe fica atrás, mau grado querer continuar a aparecer como a "campeã da democracia e da Liberdade"). Razão tinha Orwell...
O problema é que isto do espiolhanço e da bufaria não é coisa nova... Na velha Aldeia sempre houve os "traz e leva", "as mulherzinhas de soalheiro" (quiçá as inventoras do jornalismo cor-de-rosa), e, a um nível mais requintado, os "Bubo-bubos" pagos pelos manda-chuvas, mesmo que a coberto de outros cargos profissionais. Entre estes, havia-os os de nível tradicional, os "orelhas" que pairavam pelos cafés, praças, repartições, e, com a evolução tecnológica, alguns tornaram-se mais sofisticados. Recordo-me de uma vez o Manda-chuva da minha aldeia me ter mostrado um "print" de um diálogo entre dois jovens aldeãos, numa rede social, creio que ainda um "chat" (curto estes neologismos nas "netes"!), em que um se gabava para outro de ter "espetado uma granda sarda" (vulgo bebedeira) a um qualquer artista citadino, convidado pelo dito Manda-chuva, depois de uma actuação do dito artista na praça da aldeia. "- Veja só se isto é coisa que se diga, a gozar com um convidado nosso!?..." - perguntava-me, esquecendo-se que o dito convidado até podia ter achado piada aos comentários, depois da "recepção copofónica"... - Creio que deve ter mostrado o mesmo papel a vários aldeãos que o procuraram por esses dias, por outros assuntos, mas, nas entrevistas com o Manda-chuva havia sempre um "período de antes, ou depois, da ordem do dia" em que o homem dizia o que lhe ia na alma. Com que objectivo, não sei: talvez para nos dizer, indirectamente, "cuidado com o que vc. possa dizer por aí, mesmo nas netes, porque eu sei tudo!...." - E sabia. Não fosse isto um país de bufos desde tempos imemoriais. Quem alimentou a Inquisição durante séculos?
A bufaria está na massa do sangue do Tuga, e, se for preciso, para se "queimar" um rival, um concorrente, um adversário, para já não falar de um inimigo, perscruta-se-lhe a vidinha toda, percorre-se-lhe os itinerários, procura-se quem o conhece, até se se descobrir o que diz, e sobre quem o diz. Sendo que dantes se podia inventar que disse o que não teria dito (ou não teria dito bem assim), e tudo dependia depois do "emprenhanço de orelha" da parte do Manda-chuva, se valorizava a fonte, ou se lhe interessava acreditar no que a "fonte" (leia-se, o bufo) lhe transmitia. Agora, se for preciso usam-se gravadores, ou então procuram-se as "evidências" na net. E ele há burrinhos(as) que escarrapacham a vidinha toda nos Face's, parece que ignorando que há por aí espiões e espias que não fazem outra coisa do que espiolhar, dia e noite, o que diz este(a) ou aquele(a), na convicção de que muita dessa informação "pode dar jeito". Desconfiem sempre desses que se insinuam e pedem "Amizade" a tudo o que é cão e gato, que freneticamente percorrem todos os blogues e batem o terreno como coiotes esfaimados à procura.... Verdadeiros caçadores de "informações" para depois com elas jogarem, insinuando-se junto dos poderes e dos poderosos, sempre em proveito próprio. Outros há que, não tão freneticamente, mas igualmente cirúrgicos e insidiosos, escolhem os alvos, descobrem-lhe os rastos e, quais pisteiros de savana, seguem silenciosamente as vítimas, reencaminhando a "informação" para "quem de direito"... Alguns saberão até quem nós somos, farejam-nos sob a nossa croça de Ti Zé, suspeitam onde fica a nossa Aldeia e até o tugúrio onde moramos. Esperam, silenciosamente, que avancemos a cabeça para fora da carapaça de cágado, para no-la cortarem, chibando às orelhas certas... Assobiamos para o lado e fingimos que não os vemos, mas que eles andam por'i, lá isso andam...
Este é o ponto em que aldeia real e virtual se tocam e complementam, e o melhor mesmo é estarmos caladinhos, para não alimentarmos novos Bubo-bubos, e, no fim, não levarmos no focinho... - Enfim, é preciso aprender a saber viver, nestes arremedos de "democracia", global e local...
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segunda-feira, 28 de outubro de 2013
Mais um: lembram-se do Vitinho??
Mão amiga fez-nos chegar mais esta. Aqui vai:
Publicado no JN A pensão do sobrevivente Constâncio | por Jorge Fiel, Subdirector
O Zé António Saraiva passou a ter Constâncio na conta de pessoa de caracter duvidoso mal soube que ele andava a espalhar por todos os cantos da Lisboa política que os ataques que lhe faziam no "Expresso" eram tão-só uma pérfida vingança do seu director por ele o ter derrotado em partidas de ténis e de xadrez, disputadas quando ambos se encontraram nas férias.
Não conheço Vítor Constâncio ao ponto de poder emitir uma opinião abalizada sobre o seu caracter. Todavia, creio estar na posse de informação suficiente para o caracterizar como um sobrevivente.
Constâncio, que amanhã deixa a casa dos sexagenários (ficam desde já aqui os meus parabéns antecipados), sobreviveu a 3 anos de desastrada e cinzenta liderança do PS, cargo em que sucedeu a Mário Soares e abandonou em 1989, na sequência da sua impotência em arranjar um candidato às eleições para a Câmara de Lisboa - e após ter sido derrotado nas legislativas por Cavaco, a quem proporcionou uma inédita maioria absoluta.
Só um sobrevivente como Constâncio, depois de sair da política pela porta das traseiras, poderia construir uma brilhante carreira académica, onde cometeu a proeza de chegar a catedrático sem ter concluído o doutoramento, a par de um lucrativo périplo pelas empresas, como administrador da EDP e BPI.
Só um sobrevivente lograria, no dealbar do novo século, regressar ao cargo de governador do Banco de Portugal, que ocupou durante 10 anos auferindo o bonito salário mensal de 17 372 €, um pouco mais do que o dobro do vencimento do presidente da Reserva Federal norte-americana.
Só um sobrevivente conseguiria ser promovido a vice-presidente do Banco Central Europeu, com um salário anual de 320 mil eurose o pelouro da supervisão bancária, depois de ter sido incapaz de detectar as fraudes, aldrabices e patifarias do BPN e Banco Privado que custaram mais de 5 mil milhões de euros aos contribuintes - e de fazer orelhas moucas aos alertas feitos em devido tempo pela Imprensa.
Constâncio também sobreviveu à sua mulher, Maria José, que nos deixou a 29 de Agosto. E apesar de ganhar 26 724 € por mês, o viúvo Vítor Manuel Ribeiro Constâncio tem automaticamente direito a uma pensão de sobrevivência no valor de 2400 €/mês, o equivalente a 60% da pensão da falecida.
Não sei se naquele momento de dor, no meio da papelada que a agência funerária lhe passou para as mãos - onde constam os impressos solicitando o subsídio de funeral e a pensão de sobrevivência - , o viúvo Constâncio assinou este último.
Sei que ele não precisa da pensão de sobrevivência para sobreviver. Sei ainda que para sobrevivermos temos de acabar com a possibilidade de ele - bem como todas as pessoas que ganham num mês o que 90% dos portugueses não ganham num ano - receber uma pensão de sobrevivência. Sei também que seria avisado perceber primeiro o teor das alterações ao regime das pensões de sobrevivência antes de armar um banzé e ameaçar recorrer a essa nova espécie de filial de Deus na Terra que dá pelo nome de Tribunal Constitucional.
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domingo, 27 de outubro de 2013
E você, sabe o que é a "obsolescência programada"?
Enviado por um amigo da Urbe, a quem agradecemos, aqui vos fica, para ver e reflectir no vosso serão de Domingo:
Clicar sobre o botão > para visualizar o documentário; depois clique no canto inferior direito,
no rodapé do rectângulo de visualização, para expandir o écran.
***
Nota do Ti Zé: apenas acrescentamos que o grande historiador A. Toynbee já tinha concluído que a Civilização Ocidental era suicida, na medida em que se baseava no consumismo infinito, o que levaria ao esgotamento de recursos e destruição da paisagem e dos ecossistemas.
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sábado, 26 de outubro de 2013
Timor e os outros - generosidade vs. ódio e recalcamentos
Quando soube há tempos (e agora reli em certa entrevista) que o longínquo Timor-Leste oferecia um milhão de dólares a Portugal a propósito dos incêndios do último verão, comovi-me profundamente. Dei comigo de olhos razos ao lembrar-me do povo mártir, do cemitério de Santa Cruz, dos anos da resistência depois do abandono tuga, da invasão indonésia e de uma terrífica guerra civil. Lembrei-me de, nos livros da escola primária (do tempo da "outra senhora"), se evocar o heróico régulo D. Aleixo que ousou afrontar os ocupantes japoneses na 2ª guerra mundial apenas com zagaias, lembrei o monte Ramelau que aprendíamos ser o mais alto de Portugal, o culto da Senhora de Fátima em que se cantava "enquanto houver portugueses, tu serás o seu amor", em Díli. Soube também do culto da bandeira das quinas, mesmo durante a ocupação indonésia, a pontos de na hora do milagre da independência, um homem velho ter oferecido uma, que havia escondido, enterrado-a, ao então presidente da república portuguesa.
De comum com os tugas, no que estes terão de descendentes dos lusitanos, o facto de serem também, infelizmente, um povo que não se governa nem se deixa governar. Mas, por outro lado, ainda que possa haver aí alguma opinião mais recalcitrante ou indiferente em relação ao velho colonizador, não consta que lá exista o anedotário recalcado dos "irmãos" brasileiros, para quem a maior vergonha é terem sido colónia do mísero Portugalzeco, o mesmo se passando com os de Angola. É por estas e outras, que acho que isso do "império", de ex-colónias ou PALOP's, são para esquecer. Que cada um siga o seu caminho, nada mais. Apenas com essa grande excepção que se chama Timor-Leste.
Acho que foi preciso atravessar os mares e chegar aos confins do globo, para encontrar verdadeiros irmãos de sangue num povo tão diferente, tão exótico. Que viram eles em nós que não se quiseram entregar aos que lhes ocuparam a outra metade da ilha, uns piratas do norte da Europa? E que remorso nos fez mover quando finalmente descobrimos o seu martírio e nos levou a ir, de novo, ao seu encontro? Talvez a solidariedade dos pequeninos, dos pobres, dos excluídos. E será essa solidariedade do pobre que na hora de alguma abundância deu um pão ao irmão que tinha fome, que nos é devolvida, num gesto tão tocante e tão cheio de significado, a lembrar a parábola do óbulo da viúva relatada no Evangelho de S. Marcos (XII-41-44), em que Jesus disse, sobre uma pobre mulher que deixara umas moedas no templo, que fora que mais dera, pois era tudo o que tinha. Também aqui, na verdade, o contributo de Timor-Leste foi mais generoso do que o dos "irmãos" europeus, com a cínica Alemanha à cabeça. Não falando dos agora novos-ricos Brasis e Angolas, que ameaçam cortar relações e escorraçar o pobre tuga, sob qualquer pretexto, mas que, no fundo, é por não passar de um mendigo andrajoso que destoa nesse novo clube de ricos...
Por isso, o gesto timorense é mais tocante e cheio de significado, num tempo e num mundo em que a gratidão passou a ser uma palavra vã entre os povos como entre os indivíduos.
Por isso me apetece atravessar os mares, procurar essa meia-ilha e ilhéus adjacentes, e depois de beijar o seu chão sagrado (como um papa não fez), abraçar todos os Timorenses um a um, e dizer-lhes simplesmente: "Obrigado! obrigado irmãos, por me fazerdes acreditar que ainda há gente boa no mundo... "
De comum com os tugas, no que estes terão de descendentes dos lusitanos, o facto de serem também, infelizmente, um povo que não se governa nem se deixa governar. Mas, por outro lado, ainda que possa haver aí alguma opinião mais recalcitrante ou indiferente em relação ao velho colonizador, não consta que lá exista o anedotário recalcado dos "irmãos" brasileiros, para quem a maior vergonha é terem sido colónia do mísero Portugalzeco, o mesmo se passando com os de Angola. É por estas e outras, que acho que isso do "império", de ex-colónias ou PALOP's, são para esquecer. Que cada um siga o seu caminho, nada mais. Apenas com essa grande excepção que se chama Timor-Leste.
Acho que foi preciso atravessar os mares e chegar aos confins do globo, para encontrar verdadeiros irmãos de sangue num povo tão diferente, tão exótico. Que viram eles em nós que não se quiseram entregar aos que lhes ocuparam a outra metade da ilha, uns piratas do norte da Europa? E que remorso nos fez mover quando finalmente descobrimos o seu martírio e nos levou a ir, de novo, ao seu encontro? Talvez a solidariedade dos pequeninos, dos pobres, dos excluídos. E será essa solidariedade do pobre que na hora de alguma abundância deu um pão ao irmão que tinha fome, que nos é devolvida, num gesto tão tocante e tão cheio de significado, a lembrar a parábola do óbulo da viúva relatada no Evangelho de S. Marcos (XII-41-44), em que Jesus disse, sobre uma pobre mulher que deixara umas moedas no templo, que fora que mais dera, pois era tudo o que tinha. Também aqui, na verdade, o contributo de Timor-Leste foi mais generoso do que o dos "irmãos" europeus, com a cínica Alemanha à cabeça. Não falando dos agora novos-ricos Brasis e Angolas, que ameaçam cortar relações e escorraçar o pobre tuga, sob qualquer pretexto, mas que, no fundo, é por não passar de um mendigo andrajoso que destoa nesse novo clube de ricos...
Por isso, o gesto timorense é mais tocante e cheio de significado, num tempo e num mundo em que a gratidão passou a ser uma palavra vã entre os povos como entre os indivíduos.
Por isso me apetece atravessar os mares, procurar essa meia-ilha e ilhéus adjacentes, e depois de beijar o seu chão sagrado (como um papa não fez), abraçar todos os Timorenses um a um, e dizer-lhes simplesmente: "Obrigado! obrigado irmãos, por me fazerdes acreditar que ainda há gente boa no mundo... "
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sexta-feira, 25 de outubro de 2013
Bubo Bubo II
Neste meu entretém de observar o “zoo humano” (a expressão é
de Morris) descrevi-vos, há tempos, essa curiosa ave que é o Bubo Bubo. É
preciso que se diga que esta é uma classificação genérica que designa uma
pluralidade de espécimes. Sim, porque na Aldeia o Manda-Chuva tinha vários
(muitos/as) ao serviço. No caso em apreço soubemos depois que a “transferência”
de pouso tinha antecedentes (que para BB eram “pergaminhos”). O caso é simples:
estas criaturas quando procuram merenda (leia-se, um pouso), lambem pés e mãos
aos Manda-chuvas. Depois, bem, depois querem sempre mais e mais. E vigiam com
fita-métrica as outras aves ao serviço, para ver se as benesses dessas excedem as
suas, pois que o seu “trabalho “(o tal, de informações) é sumamente precioso e,
como tal, deve ser sempre melhor remunerado. Para além do trabalho da escova e
o preço da lata de graxa (os Manda-chuvas andam sempre com sapatos bem polidos).
Todavia, quando as “promoções” no poleiro e a merenda não aumentam, os BB’s começam
a andar descontentes. E começam a piar alto… É quando os Manda-chuvas se fartam
e os ameaçam que lhes dão com o pau. Isso é inconsequente quando os
Manda-chuvas estão também seguros no seu poleiro. Todavia, quando há
aproximação de borrasca, o instinto apurado dos BB’s levam-nos logo a procurar
outro Manda-chuva que lhes permita manter o seu lugarzito ao sol. Há quem lhe
chame “traição”. Nããã…. é simplesmente “instinto de sobrevivência”…
E lá vamos vendo os BB’s, solicitamente, a abrir a porta e a
fazer a vénia aos novos manda-chuvas, e, calmamente, pousados/as
estrategicamente em lugar onde possam ver e ouvir bem, para depois levarem a
quem paga – aliás, por causa desse mister de repetição é que o seu nome
científico é duplicado: Bubo-Buuubo!
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quarta-feira, 23 de outubro de 2013
Porque a turba escolhe sempre a malandragem?
Este foi surripiado do blogue da nossa amiga Zita - ver aqui: http://apodrecetuga.blogspot.pt/2013/10/manifesto-pela-democratizacao-do-regime.html
(clicar sobre a imagem para AMPLIAR)
terça-feira, 22 de outubro de 2013
Coelhote dixit... mais uma!
Pinóquio 2: Uma coisa fora (para ganhar eleições) e outra quando se está dentro...
Qual pode ser a credibilidade destes sujeitos??
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Contratos Tugas objecto de estudo de especialista alemão...
Na Alemanha, já toda a gente goza com esta corja portuguesa...
"Portugal, que já deu novos mundos ao mundo, surpreendeu-me. Afinal, Portugal também está a dar novos contratos ao mundo. Procurei por tantos países experiências que comprovassem as minhas teses, mas nunca tinha encontrado nada assim. Para simplificar, fiz uma categorização dos tipos raros de contratos que descobri e que nunca tinham sido observados a olho nu:
1. Contratos-fingimento - Esta curiosa categoria de contratos é muito surpreendente. Trata-se de contratos em que uma das partes assume plenamente que as suas obrigações não são para cumprir, sabendo, de antemão, que a outra parte não irá exigir o seu cumprimento, nem se preocupar muito com o assunto. São muito utilizados quando há compras a empresas alemãs de material militar ou quando se vendem empresas à China. Determina-se que as empresas estrangeiras têm que construir fábricas ou fazer outros investimentos, mas, passado uns tempos, o dinamismo contratual inerente faz com que essas obrigações desapareçam e fiquem adiadas até ver. É um extraordinário exemplo de obrigações contratuais descartáveis, uma brilhante inovação portuguesa.
2. Contratos-de-pedra - Dei este nome imortal a esta categoria de contratos. São contratos que vivem, sobrevivem e tornarão a viver para todo o sempre. Trata-se mesmo de uma situação de imobilismo contratual que daria para criar toda uma nova tese da ciência dos contratos. São contratos tão inalteráveis e rigídos que até dão para partir a cabeça de arremesso, se for necessário. Quando se discute a sua alteração, decide-se sempre que não podem ser alterados sob pena de o Estado de Direito acabar já amanhã. Exemplos destes contratos envolvem sempre investimentos avultados em contratações público-privadas e pagamentos ao Estado relacionados com energia. Admirável mundo novo contratual português.
3. Contratos de requalificação - Esta espécie exótica de contratos é uma originalidade portuguesa. Diria mesmo que no glorioso firmamento contratual, esta é a espécie que cintila destacada de todas as outras. Trata-se de contratos de trabalho que contém em si os germes da sua própria destruição. Eu explico. Através da celebração de um contrato de trabalho, poderá haver lugar à requalificação. Só que não é a requalificação do trabalhador. É mesmo a requalificação do contrato, que passa a ser requalificado na sua não existência. Ou seja, através da requalificação, faz-se desaparecer o contrato num golpe de magia. O contrato e o trabalhador. De génio. Estes portugueses sabem o que fazem.
4. Contratos-não contratos - Foi este o contrato pelo qual me apaixonei e ao qual gostava de dedicar a minha obra final. Um contrato que se nega a si próprio. Um contrato que é em si um não contrato. Um contrato que nega a sua própria existência numa vertigem demente. Um contrato que se contorce e desaparece. O exemplo mais típico e acabado deste contrato são os contratos envolvem pensões de reforma do Estado. Num momento, existem. No outro, não. Num momento, pode haver pensão. Passado uns meses, pode haver outra pensão bem mais baixa. E tudo com o mesmo contrato. No fundo, não existe contrato nenhum. Desde o astrolábio náutico que os portugueses não inventavam algo tão genial."
O Professor Krause não é apenas um cientista contratual. É mesmo o melhor cientista contratual do mundo.
Caros amigos,
Podem confirmar no EXPRESSO online de hoje dia 19.10.2013.
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Galilei - não, não é uma sonda espacial....
(clicar sobre o texto para AMPLIAR)
Pois, devia, devia... e alguém acredita?? - é mais fácil esmirfar até ao tutano sempre os mesmos, que com os tubarões que afundaram isto e se esgueiraram, ninguém se mete....
UMA OPERAÇÃO MÃOS LIMPAS PRECISA-SE!!! - U R G E N T E M E N T E!...
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Mais vale sustentar burros a pão-de-ló... (com uma honrosa excepção)
As reformas de 3 ex-Presidentes da REPÚBLICA
A pergunta que se põe perante estes dados é:
Porquê a diferença ? Não consigo entender porque o ÚNICO Presidente da
República Eleito, DECENTE, que este desgraçado Portugal teve desde 1974, ganha quase 10 vezes
menos que os outros que, se também fossem Decentes, não aceitariam esta
incompreensível discrepância.
Quanto custa aos PORTUGUESES a reforma de 3 ex-Presidentes da REPÚBLICA ?
Os
ex- Presidentes da República General Ramalho Eanes, D. Mário e D. Sampaio
recebem
de reformas 1 MILHÃO de EUROS/Ano, distribuídos da seguinte forma:
General Ramalho Eanes .................... €
65.000/Ano
D. Mário "El Sacador" ....................... € 500.000/Ano
(fora a Fundação !!!)
D. Jorge Sampaio “El Oportunista”... € 435.000/ano
D. Jorge Sampaio “El Oportunista”... € 435.000/ano
SE
O GENERAL PODE VIVER COM €65.000/ANO,
ESTES CIVIS QUE SE DIZEM SOCIALISTAS,TAMBÉM.
ESTES CIVIS QUE SE DIZEM SOCIALISTAS,TAMBÉM.
Isto fora aos carros,condutores, gasolina, manutenção das viaturas, seguros e protecção policial...
O Ze Povinho a passar fome, desempregados e sem poderem pagar as suas
despesas...
VERGONHOSO... simplesmente
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Um que superou o Sócrates e o Relvas....
(clicar sobre a imagem para a AMPLIAR)
É por estas e outras que eu prefiro ser só, e simplesmente, o ti Zé.... Que "Doutor" é o burro que tenho na loje, e que gosta de mulas ruças...
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